sexta-feira, 26 de junho de 2009

O poema que voltou.

SOBRE o chão que desgasto a sola
que participo do intrínseco princício comum
algo falta, não consigo achar
o caminho que te vai me levar

NÓS só temos o que podemos
não podemos tudo que tivemos
porque algo ainda falta
talvez na rocha mais alta

HÁ um tudo de Divino
cerceado pelo pó (que não o estraga)
redimindo, quando livre

O amor que me serves
recompensa só a um permitida
mais de cinco vezes tentei

MESMO que te ausentes no meu choro
sei que não querias

CÉU, faça me o favor,
não poupe estrelas, não permita as nuvens
declare ao meu amor
a verdade eterna e implícita:

SOBRE NÓS HÁ O MESMO CÉU.

L'amore non si conclude mai

Um comentário:

... disse...

enfim compreendi tal consolo.

su le petit bee einaá tu con la nostalgia del domanni so bigger!!!